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Posts in ‘eventos macabros’

Festa na minha casa?!

Mar 25

comemorar sozinho

Quando falavam em festas, olhavam logo para mim, “ah vamos fazer na sua casa, lá tem espaço, sua mãe é legal vai deixar”, ah muito bacana, e quando a festa acabar quem vai ter que limpar e juntar tudo, ah eu!Muitas vezes me convenciam dizendo que iam ajudar a arrumar tudo (coisa que nunca aconteceu).

Eu falava que no máximo 20 pessoas poderiam ir, na hora das festas sempre vinham vinte, mas cada uma com três acompanhantes.

Eu falava que podia levar um aparelho de som pequeno para não incomodar os vizinhos, eles sempre chegavam com caixas de som (maiores que eu) e DJ.

Eu falava “olha vamos maneirar na pouca vergonha, meus pais estão em casa”. Quem disse que eles se importavam, só faltavam se comer procriar ali mesmo.

E tudo era motivo para festa, fulano saiu do coma, fulana quebrou a perna, dia dos amigos, dia da mentira, dia de São Sebastião. Proclamação da República? Festa!

Teve certo ano, que não quis festa de aniversário, quem disse que respeitaram a minha vontade. Eu bem assistindo a novela,quando eu ouço o barulho de um carro,e um monte de gente gritando,quando eu olho,era meus colegas, um com cada prato de comida diferente do outro, e com as malditas caixas de som maiores que eu.

Em meia hora transformaram minha casa arrumada, em um clube de festas, para melhorar, pegaram um tanque que estava vazio, e encheram de balões, me jogaram lá dentro, tamparam e pularam em cima. Não ia ser nada demais se eu não fosse claustrofóbica.

Na hora dos parabéns, perguntei de quem tinha sido a idéia, o bendito logo se entregou, ”fulano, que lindo, venha apagar as velinhas comigo”, ele todo besta foi pro meu lado.

É parabéns pra lá, parabéns pra cá, acabou, apagar as velinhas… Pow,enfiei a cara dele no bolo (ele já tinha feito isso comigo cinco anos atrás) “Eu não te falei que esse ano eu não queria festa?”.

Pode achar maldade, e que eu sou grossa ou estúpida, mas eu conheço bem as amizades que eu fiz na infância.

Desde ai só fiquei amiga de gente “normal”, e quando eu digo que eu não quero festa, é porque eu não quero!

Obs.: Ainda não é meu aniversário não.

Correntes de internet: Fernandão

Mar 23

supalex.jpg

Nesta madrugada eu estava quase indo dormir, e surge a seguinte corrente na janela do MSN “Eu sou Fernando Albuquerke e morto aos 35 anos de idade com cinco tiros, se não passar para 7 pessoas eu durmo essa noite do seu lado”.

<Ironia on>Vejamos, é melhor eu começar a mandar para as sete pessoas, mas vamos primeiro analisar a corrente.

O sobrenome dele é AlbuquerKe,provavelmente filho de pobres,que na hora de registrar o menino,colocaram com K mesmo.Morto aos 35 anos de idade, ou seja, já viveu muito, e tem experiência de vida. Morreu com cinco tiros, poxa pra matar ele tiveram que gastar cinco balas, isso não é um homem, é um super homem!

Eu é que não mando essa corrente, Fernandão pode vir.

Obs.: O Fernando nem veio dormir ao meu lado, tinha que ser mulherengo mesmo.<ironia off>

Vou de “taquisse” cê sabe…

Mar 04

ajsiasj

 

Centro da cidade a noite é uma graça,é o mesmo local,mas tudo muda.

As luzes das lojas são acendidas, fachadas das casas tombadas pelo governo ficam com um brilho especial,luzes dos escritórios que colorem os edifícios,e até mesmo as luzes das barraquinhas dos camelôs que vendem de despertador a pinto de plástico (não,não é isso que você ta pensando).

Todo esse encantamento dura pouco, você acaba se estressando por ter entrado numa sapataria e virem cinco vendedores te atender ao mesmo tempo, ou quando você pisa numa poça de água. E você ainda corre o risco de ser assaltado, fora que de noite os mendigos se encontram lá na esquina da rua principal para ter o happy hour.

Então já que a noite chegou, é mais seguro pegar um táxi e ir para casa, certo?! Errado, por favor, antes de pegar um taxi, tente olhar a cara do taxista,ou então anota a placa do carro,ou escreve o seu tipo sangüíneo num papelzinho e guarda no bolso.Por que pode acontecer do cara ter enchido a cara e logo em seguida ter ido trabalhar.

Pegamos um taxi, ai o cara com um chapéu de exército, fala boa noite e tal tudo normal.Aquela musica do Roberto Carlos ao fundo,até ai tudo normal,duas ruas depois…

Bem duas ruas depois começa outra música, a qual eu não sei o nome, e o taxista começa a cantar “Por isso eu corrooo demais, corro demais” e simplesmente começa a dirigir numa velocidade absurda, e cantando.A senhora minha mãe,já de olho arregalado.A aventura terminou cedo minha mãe mandou parar num lugar muito longe do nosso destino,ai pegamos um taxi normal,com um cara normal,que nem musica tinha,nem boné do exército ele tinha.

Ai ai,quando acontece algo divertido como pegar um taxi “desgovernado” a festa acaba cedo.

Esses trabalhos,num falo é nada.

Fev 27

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Em breve faremos um trabalho que será entrevistar artesões de Manaus. Então, fazendo o roteiro, eu pensei, se eu fizer perguntas do tipo “o seu trabalho é inspirado no tempo da pedra lascada?” ou uma do tipo “ com a revolução industrial você acha que o artesanato ficou mais valorizado?” eu provavelmente ouviria uma resposta inteligente do tipo “eu só uso pedrinhas inteiras da beira do rio,não pego nenhuma lascada não”.

Não querendo chamar os artesões de burros, mas não são todos que tiveram um bom estudo, já conheci muitos que ao me explicarem seus trabalhos me passaram segurança de que o que eles estavam fazendo, não era apenas empilhar araras de madeira, alguns até falam demais, dá até sono (ah rapaz, quando eles se empolgam).

 

Elaborei algumas perguntas, para a entrevista ser bem descontraída:

 

“E ai tio, me diz aí,que material que  tu usa  pra fazer esse bagulho doido?”

(Capaz, de o velhinho sair correndo pensando que é um assalto)

 

“Você  gosta do que faz?”

(Meu amigo, depois dessa pergunta, se prepara que o cara vai contar a historia da vida dele)

 

Depois de tudo, você pede um exemplar grátis do trabalho do cara, aí você recebe uma linda resposta…

“Dez real!!!”

 

Realmente esses trabalhos são gostosos de fazer. Ano passado, num trabalho sobre tribos urbanas, tive que entrevistar um hippie, ô gostosura, aquele cheirinho,quando ele me revelou que nem se lembrava do seu ultimo banho,eu quase pirei, aí ele virou e me disse “O banho retira a nossa verdadeira essência, leva embora ­­ experiências” é uma boa filosofia, mas esse cheirinho não.

Quando fui com o meu grupo entrevistar os emos—espera, antes de continuar, imagine emos do norte do Brasil, no meio da Amazônia, uma calor brabo, não há chapinha que agüente, pois é aquela coisa horrorosa, lápis de olho se desfazendo no suor, eca!— no shopping nos encontramos com o CAFETÃO  representante dos emos.Tínhamos  concordado em fazer uma coisa bem séria pra não acabar arrumando confusão com eles,quando perguntamos o porque da maquiagem,e se eles eram homossexuais,o carinha fez sinal pro grupo, e veio um montinho,eu nem boba nem nada,tratei de entrar dentro de uma loja de roupas intimas.Nem aconteceu nada,ainda bem.Ou não.

Vamos ver se eu sobrevivo  a mais um desses trabalhos extraclasse.

Pensamentos sobre o carnaval

Fev 05

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Alguns podem dizer que odeiam o carnaval, que detestam todas as comemorações, odeiam as escolas de samba, odeiam os bêbados dançando engraçado.

Mas eu tenho certeza que lá no fundo quando assistem o carnaval da Bahia pela TV, ou passam por uma festa, e vêem todos se divertindo, dá aquele apertozinho, e você se sente escroto, ou não.

Ano que vem eu vou experimentar esse tal de carnaval, vai me fantasiar de enfermeira e ir para algumas dessas festas.

É como dizem, “A felicidade está na ignorância” o cara ta ferrado, liso, levou chifre da mulher, perdeu o emprego, foi expulso de casa, pode ter perdido uma perna, um braço (Calma layla nem tanto), mas está alí,pulando carnaval,tomando banho daquela cerveja quente,dançando com gente que ele nunca viu, e com aquele sorriso na cara. Quando a festa acaba, e o efeito da bebida também passa ,o cidadão para não perder o pique já vai para outra festa…

E quando o carnaval passar, o que essa criatura vai fazer da vida?

Posso estar errada, mas eu não gosto de samba, nem de escola de samba, mas eu amaria ir a Bahia e viver toda aquela loucura, (Aliás, a Bahia está no meu roteiro de viagem que eu vou fazer um dia)poderia chegar em casa toda rasgada, ah mas eu estaria tão feliz.

E hoje ainda tem carnaval, aproveitem porque quinta volta tudo ao normal

Enquanto isso, eu fico assistindo filmes. Um filme que eu recomendo é o Little Manhattan (ABC do amor). É uma história boba, mas é muito divertido, e você sofre com o pequeno Gabe que sofre com seu primeiro amor, e principalmente um maldito amor de verão.

Quer um conselho? “Corre, porque ela vai arrancar seu coração, e te deixar sangrando no chão” frase de um dos poucos melhores momentos.

Para quem quiser matar um pouco da curiosidade

Boa noite flores do dia

Essa festa promete !

Jan 20

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Essa semana eu fiquei sabendo que minha rua vai ser palco do inferno!
Dia 3 de fevereiro vai rolar um mega “evento” , tudo por causa do carnaval, sempre é.
O nome da festa Banda eu tomo o que cair ( o que será que vai cair ?) Com várias bandas locais ou seja forró, brega, e pagode.
Eu tô ferrada ! Imagine a zorra que vai ser essa festa, e bem perto da minha casa, o dia todo!
O que vai dá de quadrilhas, familias e gente da pesada paz não é brincandeira não.
Dizem as más linguas que até o demooniooo o berg guerra escroto do caralho vai aparecer por aqui.
O tiven falou que nada impede de todas as bandas ( chiiado da chinela, ferro na boneca, o gemido da cabrita, e o rabo de vaca ) se juntarem e formarem a banda CU DE BEZERRO isso sim que pode ser chamado de o apocalipse festão.
Quer saber o que é pior? que saber mesmo? você vai chorar comigo!
O organizador da festa é meu tio ! É o fim da familia Tabosta, digoTABOSA.
  • Compre seu abadá logo ! e escreva em alguma parte do corpo o seu tipo sanguinio…